Conheça a fonoaudiologia
Se a criança demora a dizer as primeiras palavras, fala pouco ou troca as letras, os pais, preocupados, levam ao fonoaudiólogo. Embora boa parte das pessoas só lembre desse profissional nessa hora, seu papel vai além: começa no nascimento, quando verifica a audição do bebê, e segue na infância, ao corrigir de dificuldades para engolir a distúrbios de leitura e escrita. E mais: auxilia no aprendizado de quem tem dislexia e no desenvolvimento da linguagem entre os autistas. Tudo, enfim, que se relaciona à comunicação.
Atraso de Linguagem
A criança demora para dizer as primeiras palavras ou fala muito pouco. Pode não conseguir contar uma história ou os relatos não têm começo, meio e fim. Com 1 ano, o bebê deve ser capaz de formular palavras soltas, como ‘bola’. Com 2 anos, começa a fazer justaposição: ‘dá bola’. Aos 3 anos, é comum formular frases com pelo menos três palavras, como ‘me dá a bola’.
Distúrbio Articulatório
É a troca das letras ao falar. Até os 3 ou 4 anos, é normal a criança não conseguir pronunciar alguns fonemas. Mas depois dessa idade, se ela ainda comete erros, é melhor procurar um profissional.
Distúrbio de leitura e escrita
Troca de algumas letras ao escrever. Pode ser decorrente de uma troca nos fonemas. Por exemplo, ela lê ‘carro’, mas pronuncia ‘calo’. A dislexia se encontra nesse grupo, porém é um distúrbio de aprendizagem mais complexo e grave, que não envolve apenas fonemas específicos, mas também a forma de aprender.
Motricidade oral
São problemas na musculatura da face, da boca ou da língua, como dificuldade para engolir, mastigar ou respirar. A causa pode ser língua ou lábios flácidos, posicionamento errado da língua ou respiração incorreta (feita pela boca).
Voz
Assim como os adultos, as crianças podem ter problemas com a voz, como a rouquidão. Entre as causas estão problemas orgânicos, diagnosticados pelo médico. Mas, em geral, isso acontece quando seu filho grita muito e, assim, perde a voz. A fono trabalha na mudança do comportamento da criança, para que aprenda a modular melhor isso.
Deficiência auditiva
Três de cada mil crianças nascem com perda auditiva, que pode comprometer sua capacidade de comunicação. O tratamento até os 6 meses de vida aumenta as chances de a criança ter uma audição mais próxima da normalidade.
Gagueira
Até 5 anos, é normal a criança gaguejar um pouco ou demorar mais a falar, pois ainda está aprendendo. Nessa fase, não se deve chamar a atenção para a questão, porque isso causa ansiedade e aumenta a probabilidade de uma gagueira efetiva no futuro. Também não é indicado que os pais completem as frases. Isso só resulta em mais nervosismo.
Fonte: Revista Crescer
Disortografia
"Minha gasa é ponita". Esse tipo de troca de letras é comum na fase de alfabetização, quando as crianças estão adquirindo as habilidades da leitura e da escrita. Muitas crianças sentem dificuldade de associar os fonemas (som das letras) e os grafemas (escrita das letras), principalmente das chamadas consoantes surdas e sonoras (F e V, T e D, P e B, C e G), que têm sons parecidos e para serem pronunciadas exigem o mesmo movimento da boca. Ou seja, ao escreverem uma palavra, não sabem qual letra devem colocar no papel. Por exemplo, vaca é com v ou com f? Isso porque a relação com sons e palavras impressas ainda não estão dominadas por completo. Mas quando essa dificuldade persiste ao longo do Ensino Fundamental I é possível que a criança sofra de uma dificuldade de aprendizagem chamada de disortografia. "Hoje é mais fácil para o professor detectar a disortografia porque a alfabetização é global. Quando a alfabetização é feita do modo tradicional, com cada letra sendo trabalhada separadamente, demora mais para ser percebida", diz a psicopedagoga e escritora de livros infanto-juvenis Paula Furtado. "Em escolas bilíngues, muitas vezes o professor acha que a criança está misturando as línguas", completa. Saiba mais sobre essa dificuldade de aprendizagem a seguir.
Características
- Troca de letras que têm sons parecidos: feio e veio, xícara e jícara, pata e bata, contente e condende
- Adição de sílabas: pirulito/pirulilito
- Omissão de letras: bravo/ bavo, prato/pato ★ Contaminação de sílabas: pipoca/picoca
- Separação incorreta de palavras: a prender ★ Aglutinação de palavras: Amanhã nãovou para aescola
- Dificuldade em perceber as sinalizações gráficas como parágrafos, acentuação e pontuação
- A disortografia pode ou não estar associada a trocas desses mesmos fonemas na fala, dificuldade chamada de distúrbio articulatório ou troca de letras na fala
- Devido à dificuldade, a criança disortográfica evita escrever e, quando escreve, os textos são curtos
Disortografia x dislexia
A dislexia é um distúrbio na leitura que afeta a escrita, normalmente detectado na fase da alfabetização, enquanto a disortografia é um distúrbio auditivo. "Geralmente disléxicos são disortográficos, mas disortográficos não necessariamente são disléxicos", explica Paula Furtado.
Como lidar com alunos disortográficos
- Estimule a memória visual das crianças com cartazes de letras e números espalhados pela sala de aula. Mas tome cuidado com a poluição visual
- Elogie o aluno quando ele escrever corretamente
- Encaminhe a criança para um fonoaudiólogo ou psicopedagogo. "Para um tratamento eficiente é preciso que haja parceria entre o fonoaudiólogo/ psicopedagogo, os pais e a escola", acredita Paula Furtado
- Observe quais são as trocas mais comuns que seus alunos cometem e aplique jogos e brincadeiras para trabalhá-las. Veja a seguir algumas sugestões
Fonte: http://revistaguiafundamental.uol.com.br/professores-atividades/83/imprime211959.asp
O Reizinho da Casa
Uma criança levanta a mão para os pais, grita sem parar e se joga no chão. Provavelmente você já vivenciou ou se deparou com uma cena dessas, já que uma birra aqui, outra ali é normal e inerente ao desenvolvimento das crianças. Quando os chiliques ficam cada vez mais frequentes e já não têm lugar certo para acontecer (escola, casa, restaurante, casa das avós) podem significar um problema comportamental sério chamado Transtorno Desafiador Opositivo (TDO).
A criança que sofre dessa condição apresenta, além dos ataques, perda rápida de paciência, dificuldade de seguir regras e de relacionamento e reações agressivas e violentas. Ou seja, todo um contexto que pode prejudicar a qualidade de vida da família.
Chupar dedo pode ter causa emocional
Chupar o dedo é um hábito de quase todos os bebês. Segundo o coordenador da Saúde da Criança do Ministério da Saúde, Paulo Bonilha, o hábito aparece naturalmente e faz parte do desenvolvimento dos pequenos. No entanto, muitas crianças continuam com a mania após os dois anos de idade.
A professora Sanya da Glória sabe bem disso. ”Minha filha Maria Clara, ela chupa o dedo desde os dois anos, ela está completando seis anos e não larga o dedo de jeito nenhum. É o tempo todo, se não estiver com o dedo é chorando”.
Após os dois anos de idade, chupar o dedo pode prejudicar o desenvolvimento dos dentes. De acordo com Bonilha, grande parte das crianças com mais de dois anos que ainda chupam dedo pode estar com estresse emocional, por causa do nascimento de um irmão, por exemplo. Paulo Bonilha, dá dicas aos pais para resolver o problema nesses casos: ”Se tem alguma situação que está levando a criança a se sentir carente, estressada emocionalmente, que ela seja compensada de alguma forma. Leva-la mais ao colo, enfim, é preciso compensá-la para que ela não busque a sucção como alivio.”
O coordenador da Saúde da Criança condena um velho costume: colocar substâncias de sabor ruim nas mãos das crianças. Segundo ele, essas não são medidas recomendadas para evitar que as crianças levem o dedo na boca: ”São muito agressivas e podem até mesmo ser perigosas, de colocar pimenta, excrementos de galinha, são coisas que eventualmente a gente vê acontecendo popularmente e que não são sugeridas de forma alguma.”
O hábito de chupar os dedos também prejudica o desenvolvimento da fala e até mesmo mastigar e engolir. Caso os pais tenham dificuldade para resolver o problema, a dica é procurar um profissional de saúde para receber novas orientações.
Fonte: http://blog.saude.gov.br/
Agressividade em crianças
Fonte: Educar para Crescer
Muitas vezes a criança pode utilizar atitudes agressivas como morder, chutar, bater, para mostrar seus sentimentos, suas frustrações ou seus desejos. É geralmente um pedido de socorro, um grito. Aos pais cabe mostrar, ao longo do processo educacional dos filhos, que há maneiras melhores de se expressar e de resolver os conflitos e os problemas. Isso se faz, em primeiro lugar, dando o exemplo: as crianças, especialmente as menores, aprendem muito pela imitação das atitudes dos adultos.
E como agir quando a criança é agressiva?
Os pais não devem atender aos desejos dos filhos quando eles tomam atitudes agressivas, porque isso só vai reforçar a ideia de que é pela força, pela agressão e pelo grito que conseguimos o que queremos. Os pais devem também refletir sobre como eles próprios agem quando querem alguma coisa, para avaliar se estão dando o modelo correto para seus filhos.
Quais são as outras causas da agressividade nas crianças?
A agressividade também pode estar vinculada a situações que geram estresse na criança tais como luto, separação dos pais e a gravidez da mãe (que traz o medo de perder o afeto dos pais com a chegada do irmão mais novo). "Para lidar com a situação de forma tranquila é necessário tomar consciência do problema e acolher a criança em seus sentimentos de receio, medo, angústia. Para isto é preciso olhar para ela com cuidado e atenção, buscando ver além do gesto que a criança está utilizando para se fazer entender. Boas horas de intimidade e aconchego verdadeiro são os melhores remédios.
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Jogos de habilidades

Ao jogar futebol de dedo, futebol de botão ou pebolim, por exemplo, meninos e meninas estimulam não só a coordenação motora, mas habilidades cognitivas, como a concentração, a atenção, a memória e o planejamento estratégico.
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Brinquedos de Madeira
Toda criança precisa ir ao fonoaudiólogo?
Nem todo criança precisa ir ao fonoaudiólogo. A consulta deve ser marcada se o seu filho apresentar alguma alteração ou atraso na fala que não seja esperado para a faixa etária dele. E não existem dados nacionais, mas estima-se que 5% das crianças vão ter algum tipo de dificuldade. O alerta de que haja um problema, em geral, vem do pediatra ou da escola. “Mas sempre que os pais suspeitarem de alterações devem procurar orientação do médico que acompanha a criança. E, em todas as consultas, o progresso da linguagem é avaliado”, afirma Sylvio Renan Monteiro de Barros, pediatra clínico e membro da Sociedade Brasileira de Pediatria. Uma pesquisa norte-americana, feita com 88 crianças durante 20 anos, comparou esse processo de aquisição da linguagem a um passeio de montanha-russa: até chegar a fluência, elas vão adotando e abandonando padrões de fala, como trocar fonemas (o nome que se dá ao som das letras) e omitir sons. O que isso significa? Que seu filho pode apresentar alguns problemas enquanto está aprendendo a se comunicar, mas que a maioria vai desaparecer naturalmente até os 5 anos.
Quais são os problemas de fala mais comuns e quando aparecem?
O primeiro que pode surgir é o atraso no início da fala, que é percebido quando a criança articula pouco ou quase nada aos 2 anos, idade em que deveria conseguir se comunicar com frases simples, como “me dá.” Se isso não acontece, é preciso marcar uma consulta com o fonoaudiólogo. Aos 3, acontecem as trocas de fonemas, mas isso não é necessariamente um problema. Vai depender da substituição que ele faz e da etapa em que isso acontece. Por exemplo, nessa idade é comum a criança “comer” o R (em vez de falar preto, dizer “peto”), e nem por isso é preciso procurar um especialista. De 2 a 4 anos, seu filho pode começar a repetir as palavras ou as sílabas, caso conhecido, na linguagem médica, de disfluência fisiológica. Diferentemente da gagueira (um distúrbio neurobiológico, que tem início por volta dos 5 anos e que exige tratamento especializado), essa disfluência dura cerca de seis a dez semanas e acontece porque os pensamentos da criança são mais rápidos do que a capacidade de falar, causando a repetição. E você pode ajudar. Ouça seu filho com calma e paciência, sem chamar a atenção para esse comportamento ou pedir para ele falar mais devagar – isso só vai fazê-lo se sentir inadequado. Lembre-se de que até os 5, a criança deve falar todos os sons corretamente – essa regra não vale para prematuros que, em geral, têm mais chances de sofrer atrasos no desenvolvimento. Se perceber algo diferente, procure um especialista.
Que outros fatores podem prejudicar o desenvolvimento da fala?
Problemas auditivos, neurológicos ou respiratórios, e até fatores ambientais, como falta de estímulo. Desses, os de audição são os mais comuns. “A criança que ouve pouco, balbucia pouco. Ou seja, vai ter dificuldade para aprender a falar”, diz Ignês Maia Ribeiro, diretora educacional do Instituto Brasileiro de Fluência (SP). Por isso é importante que o recém-nascido faça o teste de triagem auditiva (teste da orelhinha), gratuito e obrigatório desde 2010. Ele é realizado ainda na maternidade e avalia se o bebê tem alguma dificuldade para ouvir. Já as crianças com deficiência neurológica (inclusive as portadoras de síndromes, como a de Down) precisam de atenção especial: a maioria vai ter atraso no desenvolvimento da linguagem. Outro fator importante é a respiração. As que possuem problemas crônicos, como rinite alérgica, têm mais chances de apresentar alterações na fala pois respiram pela boca. “Isso afeta todo o processo de postura da língua e posicionamento dos dentes, o que colabora para as alterações aparecerem”, afirma Cássia Telles, fonoaudióloga do Hospital Pequeno Príncipe (PR).
Uma vez que a dificuldade foi constatada, devo ir logo ao especialista?
Sim. É importante que o fonoaudiólogo faça uma avaliação rapidamente. Mas diagnosticar o problema, em alguns casos, não significa que o tratamento vai ser iniciado naquele momento. “Quando a criança vai para a escola, é exposta ao ambiente social e percebe que sua fala está errada. Muitas vezes, essa é a hora mais adequada de interferir, pois ela fica consciente do problema e disposta a mudar o quanto antes”, diz Cássia. Ainda assim, vale dizer que somente um especialista saberá a hora certa de começar o tratamento.
E o desempenho escolar, como fica?
A principal preocupação é com a escrita. Seu filho só vai aprender a escrever direito se conseguir discriminar os sons corretamente – se tem dificuldade de articular o R e o L, vai transferir isso para o papel, por exemplo. Uma fala com problemas também prejudica a comunicação com outras crianças e dificulta a interação social.
Falar errado pode ser uma maneira de chamar a atenção?
Sim. Isso pode ser reflexo de uma situação que a criança está com dificuldade para lidar, como a chegada de um irmão. Se o fonoaudiólogo identificar que a questão é comportamental, pode, por exemplo, dar orientações do que fazer no dia a dia, como não reforçar ou corrigir o erro. Ele também pode indicar uma consulta com um psicólogo.
Como é o tratamento para os problemas de fala?
Primeiro você vai precisar encontrar um fonoaudiólogo (e, pasme, existe um tipo de especialista para cada dificuldade da fala). A terapia, em geral, acontece duas vezes por semana. Nas primeiras sessões, os pais entram junto com a criança para ela ter mais segurança. De qualquer maneira, é importante a sua participação, porque os exercícios feitos com o especialista e as orientações devem ser repetidas em casa. Dependendo do caso, é possível que a criança só vá ao especialista para que ele acompanhe o progresso, e todo o restante do tratamento seja realizado com a sua ajuda.
Qual a melhor maneira de estimular meu filho?
Uma pesquisa da Universidade de Notre Dame (EUA) mostrou que, durante o primeiro ano de vida, os bebês já identificam padrões de sons nas palavras para começar a entender o significado delas. Isso significa que eles treinam a fala muito antes de balbuciar as primeiras sílabas. Por isso, converse sempre com o seu filho (nomeie as partes do corpo na hora do banho, por exemplo) e crie oportunidades para ele falar. Se a criança apontar para algo, diga o nome do objeto antes de atender ao pedido dela. Quando disser algo errado, responda com a maneira correta, sem corrigi-la para não gerar mais insegurança. E nada de falar em “nenenês”. O tatibitate pode atrasar o aprendizado.
Chupeta e mamadeira podem interferir no desenvolvimento da fala?
Sim, principalmente se forem usadas depois dos 2 anos, quando os dentes de leite já apareceram. São eles que vão posicionar a língua de uma maneira adequada dentro da boca, e esses produtos alteram toda a estrutura dela. Além do risco de entortar os dentes, a chupeta e a mamadeira podem alterar as musculaturas da língua, dos lábios e das bochechas, que ficam flácidas, e o padrão respiratório, o que, consequentemente, atrapalha a fala.
Freio de língua preso é caso de cirurgia?
Nem sempre. Um bom termômetro é a amamentação. Se o frênulo (ou seja, o freio) for curto demais e atrapalhar a sucção do leite, é provável que ele dificulte a elevação da língua e prejudique a articulação de alguns fonemas mais tarde. A cirurgia é simples e pode ser feita desde os primeiros meses de vida da criança. O médico faz uma incisão, com anestesia local. Bebês fazem o procedimento no próprio consultório do pediatra e, em alguns casos, nem precisam levar pontos. A recuperação é rápida.
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Alfabetização: Dica de leitura
Coleção Estrelinha
As histórias acompanham todos os níveis de alfabetização. Estão divididas em três níveis de leitura: Estrelinha I, II e III.
Estrelinha I:
Uma história para quem está se iniciando na aprendizagem da leitura. Palavras de sílabas simples em frases curtas e repetidas.
Fazem parte desta Coleção os seguintes livros
* O Pato e o Sapo
* O Peru de Peruca
* Regina e o Mágico
* A Foca Mamosa
* O Galo Maluco
* O Macaco e a Mola
Estrelinha II:
Uma História para quem já lê tanto as sílabas simples quanto as complexas. As frases são curtas; há predomínio de períodos simples, com ocorrência eventual de coordenação.
Estrelinha III:
Uma História para treino de leitura da criança recém-alfabetizada. Há predomínio de frases em ordem direta e de períodos simples, ocorrendo também a coordenação e a subordinação.
Fontes: Editora Ática
Livraria Book Toy
As histórias acompanham todos os níveis de alfabetização. Estão divididas em três níveis de leitura: Estrelinha I, II e III.
Estrelinha I:
Uma história para quem está se iniciando na aprendizagem da leitura. Palavras de sílabas simples em frases curtas e repetidas.
Fazem parte desta Coleção os seguintes livros
* O Pato e o Sapo
* O Peru de Peruca
* Regina e o Mágico
* A Foca Mamosa
* O Galo Maluco
* O Macaco e a Mola
Estrelinha II:
Uma História para quem já lê tanto as sílabas simples quanto as complexas. As frases são curtas; há predomínio de períodos simples, com ocorrência eventual de coordenação.
Fazem parte desta Coleção os seguintes livros:
*O Sonho da Vaca * A Onça e a Anta * O Menino e o Muro * A Arara Cantora * O Caracol Viajante * O Macaco Medroso |
Uma História para treino de leitura da criança recém-alfabetizada. Há predomínio de frases em ordem direta e de períodos simples, ocorrendo também a coordenação e a subordinação.
Fazem parte desta Coleção os seguintes livros:
* O Mistério da Lua
* O Barulho Fantasma
* A Festa Encrencada
* O Peixe Pixote
* O Susto do Periquito
* Um Palhaço Diferente
* O Barulho Fantasma
* A Festa Encrencada
* O Peixe Pixote
* O Susto do Periquito
* Um Palhaço Diferente
Sobre a autora
A mineira Sonia Junqueira vive em Belo Horizonte, onde atua como editora de literatura infantil e juvenil. É formada em Letras e já foi professora de Português e de Teoria da Literatura. A estreia de Sonia como autora foi em 1984, com o lançamento da coleção Estrelinha, dedicada a leitores em fase de letramento.
O reconhecimento foi imediato: no mesmo ano, ela recebeu o Prêmio Jannart Moutinho Ribeiro na categoria Revelação de Autor Infantil, da Câmara Brasileira do Livro (CBL). Hoje, já são cerca de 80 títulos de sua autoria destinados às crianças, como os das coleções Caldeirão da Bruxa, Baú de Histórias, Histórias do coração,além dos títulos Um dia, um pássaro, O dia em que um super-heroi visitou a minha casa, Amora, A fiandeira de ouro, entre outros. Sonia trabalha com livros, seja editando, seja escrevendo.
Para a autora, é fundamental compartilhar esse grande prazer que é ler e escrever, que considera “um presente dos deuses”. E ela completa: “Muitas vezes, quando estou lendo ou escrevendo, me percebo de repente com uma sensação intensa de felicidade, de prazer porque posso fazer isso. Nesses momentos, costumo parar e saborear essa sensação, me entregar a essa felicidade”.
O reconhecimento foi imediato: no mesmo ano, ela recebeu o Prêmio Jannart Moutinho Ribeiro na categoria Revelação de Autor Infantil, da Câmara Brasileira do Livro (CBL). Hoje, já são cerca de 80 títulos de sua autoria destinados às crianças, como os das coleções Caldeirão da Bruxa, Baú de Histórias, Histórias do coração,além dos títulos Um dia, um pássaro, O dia em que um super-heroi visitou a minha casa, Amora, A fiandeira de ouro, entre outros. Sonia trabalha com livros, seja editando, seja escrevendo.
Para a autora, é fundamental compartilhar esse grande prazer que é ler e escrever, que considera “um presente dos deuses”. E ela completa: “Muitas vezes, quando estou lendo ou escrevendo, me percebo de repente com uma sensação intensa de felicidade, de prazer porque posso fazer isso. Nesses momentos, costumo parar e saborear essa sensação, me entregar a essa felicidade”.
Fontes: Editora Ática
Livraria Book Toy
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Pular elástico é divertido e faz bem!
Assim como a amarelinha, pular elástico era uma das brincadeiras mais populares entre as meninas nos anos 80. Era muito comum vê-las pulando elástico na rua, em quintais, nas escolas e até dentro de casa. Os meninos bem que tentavam entrar na brincadeira, mas como na amarelinha, as meninas reinavam absolutas e davam sempre um couro nos garotos. Até hoje é assim, vê-se mais meninas do que meninos pulando corda ou elástico.
Além de ser divertido, pular elástico é super barato, pois para brincar somente é necessário um elástico de roupa. Algumas lojas de material esportivo ou escolar até vendem o elástico pronto para brincadeira, mas se quiser imporvisar o seu próprio elástico, basta separar 2 metros de elástico de roupa e dar um nó. Pronto, agora é começar a brincar.
Regra básica para pular elástico: duas crianças ficam em pé, frente a frente, e colocam o elástico em volta dos tornozelos, formando um retângulo. Uma terceira criança começa a pular, fazendo uma sequência de saltos, ora pulando para dentro, sobre e para fora do elástico. Se errar a sequência dos movimento ou tropeçar, passa a vez. Mas, se acertar, o grau de dificuldade aumenta.
A recomendação atualmente é que crianças acima de 6 anos comecem a pular elástico. A atividade favorece a coordenação motora, concentração e raciocínio da criança, desenvolve a capacidade cardiovascular além de promover a socialização e cooperação. Isso sem contar no trabalho muscular! Dá para brincar em qualquer lugar com um certo espaço, até dentro de casa, mas é mais legal brincar em parques, no quintal ou praças.
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Brincadeiras e Passatempos
Desenvolvimento das habilidades emocionais nas crianças
Segundo um texto publicado no site da REVISTA CRESCER, há 10 habilidades essenciais que as crianças precisam desenvolver para se tornarem adultos mais bem resolvidos e equilibrados. Entre elas estão: autoconfiança, coragem, paciência, persistência, tolerância, autoconhecimento, controle dos impulsos, resistência às frustrações, comunicação e empatia.Os pais tem papel fundamental nesse processo e podem facilitar muito no amadurecimento emocional do seu filho. Toda pessoa precisa se conhecer, saber o quer, traçar metas para alcançar seus objetivos, ser independente, ter coragem para enfrentar seus medos, aceitar as diferenças, ser paciente e tentar compreender o outro.Para saber como ajudar o seu filho na prática, leia a matéria completa clicando aqui.
Vídeo excelente que fala sobre gagueira e dislexia. Assistam!
A dislexia e a gagueira muitas vezes são diagnosticadas tardiamente, quando já causou vários prejuízos escolares, emocionais e sociais às pessoas. Para se informar mais sobre esses transtornos, acesse o link: Gagueira e Dislexia - Ser Saudável .
Abril: Mês da Conscientização do Autismo
Com a correria do dia a dia não consegui escrever um post dedicado ao 2 DE ABRIL que foi o dia escolhido para conscientizar mundialmente as pessoas sobre o AUTISMO. Então resolvi contar pra vocês um pouquinho da minha experiência.
Há quatro anos recebi em meu consultório uma criança, que chamarei aqui de Y., de apenas 2 anos. Sua mãe tinha a queixa de que o filho estava com atraso na fala e que ele ainda não formava frases. Disse que o filho não dormia direito, que acordava muito no meio da noite dando risadas ou muito agitado.
No primeiro contato com a criança já pude perceber de que não se tratava de um atraso simples de linguagem. Ele não olhava para mim, não seguia os meus comandos. A repetição de palavras era perfeita, ainda que com algumas trocas de fonemas. Mas era uma ecolalia. Não dizia uma palavra dentro do contexto em que estávamos. Aprendia rápido as imitações. Músicas, bastava cantar uma vez. Seu interesse em brincar era muito restrito, podia dar para ele um carrinho que ele ficava a terapia inteira empurrando-o para frente e para trás ou girando e observando o movimento das rodinhas. Às vezes, durante alguma brincadeira, levantava da cadeira e dava uma volta na sala, como que se quisesse "respirar". Pedia a ele para voltar e nada.
Era necessário pesquisar mais, pedir outras avaliações. E foi isso que eu fiz. Encaminhei para o neuropediatra que deu a hipótese diagnóstica de autismo atípico. Era o que eu suspeitava.
Aí veio a tarefa que, para mim, foi a mais difícil: conversar com a mãe. Ela não sabia do que se tratava e o médico apenas lhe falou: seu filho tem AUTISMO!!!. Coube a mim explicar o que era. Essa mãe chorou muito na minha frente. Negou, duvidou, ficou com raiva e disse que estávamos errados. Que o filho dela era NORMAL!
Tentei compreender essa explosão de sentimentos, pois tenho um filho e posso imaginar o sofrimento de uma mãe no momento em que recebe esse diagnóstico do filho.
O tempo foi passando e Y. respondia muito bem aos estímulos. Estava desenvolvendo bem a fala, a interação com as pessoas e o brincar. Mas a mãe reclamava que ele não se comportava direito na escola. Que entrava na escola chorando muito. A professora dizia que ele passava a aula inteira debaixo da mesa e de costas para as pessoas.
Expliquei à mãe que ele estava passando por uma experiência nova e que ele teria dificuldades em enfrentar situações que fugisse da rotina dele. Orientei a professora em como fazer para tentar melhorar o comportamento dele dentro de sala de aula. Aos poucos foi entendendo e seguindo mais às regras sociais.
Pedia para ir ao banheiro e ficava mais tempo sentado para fazer as tarefas escolares. A cada tarefa cumprida, era recompensado com o seu brinquedo preferido.
Um dia no corredor, a mãe me parou para falar que a situação em casa estava fora de controle. Ela não sabia mais o que fazer para Y.parar de tampar os ouvidos e de gritar quando escutava os cachorros da rua latirem. O desespero foi tanto, que chegou ao ponto dela colocar os cachorros no seu próprio carro e levá-los para um lugar mais longe de casa. Achou que assim fosse resolver o problema. Mas, e as festas de aniversário? E o liquidificador? O trânsito? Os cachorros dos vizinhos? Como ela iria fazer para tornar a "realidade"silenciosa? Conversei mais uma vez com ela e expliquei que Y. tinha seus sentidos desorganizados e muitas vezes aumentados. Ele tinha uma hipersensibilidade auditiva e era difícil para ele conviver com os sons muito altos. Fizemos bastante estimulação auditiva e ele está aprendendo a lidar melhor com esses barulhos.
Nesses anos não só Y. tem aprendido, mas eu também tenho aprendido muito com ele. Trocamos muitas experiências e ele me dá todas as pistas de até onde podemos ir. Hoje aos 6 anos já consegue identificar todas as letras do alfabeto e consegue ler algumas sílabas. Já consegue associar a letra à figura. A fala está mais contextualizada, forma frases e está começando a contar histórias. Consegue demonstrar seus desejos, e fica feliz em estar perto das pessoas.
Não há como não se envolver e não se apaixonar por eles. É fascinante ver e participar de cada conquista, de cada descoberta, de cada superação.
Nessa semana ele fez uma surpresa para mim. No mês que é dele, fui eu a presenteada com uma bela rosa vermelha! A mãe disse que eles estavam passando em frente a uma floricultura, quando ele apontou para a rosa e disse o meu nome. Ela entendeu o recado ; )
Um grande beijo a todas essas crianças, que para mim, são mais que especiais!
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Como os pais podem ajudar seus filhos na leitura e na escrita
A leitura e a escrita só pode ser aprendida através de muita prática, ou seja, lendo e escrevendo!
No processo de aprendizagem os pais podem ajudar e muito os seus filhos com o hábito de pensar e refletir.
Mas muitas vezes nos sentimos perdidos e não sabemos por onde começar. Comece a olhar a sua volta, nas ruas, na sua casa, nas lojas, no dia-a-dia de vocês!
Então confira algumas dicas:
- Quando comprar um jogo novo, leia o manual de instruções junto com seu filho.
- Ao saírem na rua chame a atenção de seu filho para outdoors, placas de trânsito, etc e tente discutir o significado daquilo.
- Crie o hábito de anotar recados e usar bilhetes em casa.
- Incentive seu filho a escrever cartões de aniversários, para os familiares, colegas...
- Ler histórias e ser um bom modelo de leitor.
- Fazer lista de compras com seu filho.
- Ler rótulos de embalagens.
- Preparar receitas culinárias.
- Ajudar o seu filho a criar uma rotina de estudos.
No processo de aprendizagem os pais podem ajudar e muito os seus filhos com o hábito de pensar e refletir.
Mas muitas vezes nos sentimos perdidos e não sabemos por onde começar. Comece a olhar a sua volta, nas ruas, na sua casa, nas lojas, no dia-a-dia de vocês!
Então confira algumas dicas:
- Quando comprar um jogo novo, leia o manual de instruções junto com seu filho.
- Ao saírem na rua chame a atenção de seu filho para outdoors, placas de trânsito, etc e tente discutir o significado daquilo.
- Crie o hábito de anotar recados e usar bilhetes em casa.
- Incentive seu filho a escrever cartões de aniversários, para os familiares, colegas...
- Ler histórias e ser um bom modelo de leitor.
- Fazer lista de compras com seu filho.
- Ler rótulos de embalagens.
- Preparar receitas culinárias.
- Ajudar o seu filho a criar uma rotina de estudos.
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Chupeta e mamadeira podem atrapalhar fala, respiração e mastigação
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| Fonte: dentalpress.com.br |
Encontrei uma matéria muito interessante no site Minha Vida, escrita pela fonoaudióloga Solange Dorfman, que fala sobre as alterações que podem ser causadas pelo uso prolongado da chupeta e mamadeira.
É recomendável que a chupeta e mamadeira seja retirada até no máximo aos dois anos de vida, se não pode causar problemas no alinhamento dos dentes, na movimentação correta da língua durante a fala, flacidez na musculatura facial e favorecer a respiração oral.
Um dica dada pela fonoaudióloga é após um ano ir substituindo a mamadeira pelo copinho com canudo. Há no mercado alguns copos mais modernos com formato anatômico, bocal de silicone e sistema antivazamento, ideais para a fase de transição da mamadeira para o copo. Já a chupeta, após os 6 meses deve ser oferecida apenas para a criança dormir. Logo depois que ela pegar no sono, esta deve ser retirada do berço.
A mastigação é muito importante para o desenvolvimento de todas as estruturas que envolvem a fala e precisa ser bem treinada. A partir de 6 meses a criança já pode ser estimulada com mordedores, pedaços de carne e de pão. A papinha deve ser amassada apenas com garfo e não batida no liquidificador. Depois de 1 ano e meio a alimentação da criança já é bastante semelhante a do adulto.
Ainda na mesma matéria outra fonoaudióloga, Patrícia Junqueira, dá mais dicas importantes como dar preferência a alimentos mais fibrosos (legumes crus e frutas), pois estes ajudam no desenvolvimento da musculatura e dos ossos da face. Ela também ressalta que é necessário variar o cardápio com cores, texturas, consistências diferentes e que é importante estabelecer local adequado e horário para as refeições.
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