Agressividade em crianças
Fonte: Educar para Crescer
Toda criança precisa ir ao fonoaudiólogo?
Chupeta e mamadeira podem interferir no desenvolvimento da fala?
Sim, principalmente se forem usadas depois dos 2 anos, quando os dentes de leite já apareceram. São eles que vão posicionar a língua de uma maneira adequada dentro da boca, e esses produtos alteram toda a estrutura dela. Além do risco de entortar os dentes, a chupeta e a mamadeira podem alterar as musculaturas da língua, dos lábios e das bochechas, que ficam flácidas, e o padrão respiratório, o que, consequentemente, atrapalha a fala.
Freio de língua preso é caso de cirurgia?
Nem sempre. Um bom termômetro é a amamentação. Se o frênulo (ou seja, o freio) for curto demais e atrapalhar a sucção do leite, é provável que ele dificulte a elevação da língua e prejudique a articulação de alguns fonemas mais tarde. A cirurgia é simples e pode ser feita desde os primeiros meses de vida da criança. O médico faz uma incisão, com anestesia local. Bebês fazem o procedimento no próprio consultório do pediatra e, em alguns casos, nem precisam levar pontos. A recuperação é rápida.
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Alfabetização: Dica de leitura
As histórias acompanham todos os níveis de alfabetização. Estão divididas em três níveis de leitura: Estrelinha I, II e III.
Estrelinha I:
Uma história para quem está se iniciando na aprendizagem da leitura. Palavras de sílabas simples em frases curtas e repetidas.
Fazem parte desta Coleção os seguintes livros
* O Pato e o Sapo
* O Peru de Peruca
* Regina e o Mágico
* A Foca Mamosa
* O Galo Maluco
* O Macaco e a Mola
Estrelinha II:
Uma História para quem já lê tanto as sílabas simples quanto as complexas. As frases são curtas; há predomínio de períodos simples, com ocorrência eventual de coordenação.
Fazem parte desta Coleção os seguintes livros:
*O Sonho da Vaca * A Onça e a Anta * O Menino e o Muro * A Arara Cantora * O Caracol Viajante * O Macaco Medroso |
Uma História para treino de leitura da criança recém-alfabetizada. Há predomínio de frases em ordem direta e de períodos simples, ocorrendo também a coordenação e a subordinação.
* O Barulho Fantasma
* A Festa Encrencada
* O Peixe Pixote
* O Susto do Periquito
* Um Palhaço Diferente
Sobre a autora
O reconhecimento foi imediato: no mesmo ano, ela recebeu o Prêmio Jannart Moutinho Ribeiro na categoria Revelação de Autor Infantil, da Câmara Brasileira do Livro (CBL). Hoje, já são cerca de 80 títulos de sua autoria destinados às crianças, como os das coleções Caldeirão da Bruxa, Baú de Histórias, Histórias do coração,além dos títulos Um dia, um pássaro, O dia em que um super-heroi visitou a minha casa, Amora, A fiandeira de ouro, entre outros. Sonia trabalha com livros, seja editando, seja escrevendo.
Para a autora, é fundamental compartilhar esse grande prazer que é ler e escrever, que considera “um presente dos deuses”. E ela completa: “Muitas vezes, quando estou lendo ou escrevendo, me percebo de repente com uma sensação intensa de felicidade, de prazer porque posso fazer isso. Nesses momentos, costumo parar e saborear essa sensação, me entregar a essa felicidade”.
Fontes: Editora Ática
Livraria Book Toy
Abril: Mês da Conscientização do Autismo
Boquinhas: método fonovisuoarticulatório

O ponto de partida do ser humano na aquisição de conhecimento reside na boca, que produz sons – fonemas, que são transformados em fala, meio de comunicação inerente ao ser humano. Para aquisição da leitura e escrita é necessário que os fonemas sejam decodificados/codificados em letras (grafemas), como é feito no processo fônico, trabalhando diretamente nas habilidades de análise fonológicas (Dominguez, 1994) e consciência fonológica e fonêmica (Capovilla e Capovilla, 2002; Santos e Navas, 2002), fator primordial e sine qua non no processo de alfabetização (Cardoso-Martins et al., 2005). Esse processo, bastante abstrato, deve ser favorecido por meio de intervenção pedagógica, mas por vezes torna-se incompreensível e dificultoso para alguns aprendentes.
Assim, é acrescentado os pontos de articulação de cada letra ao ser pronunciada isoladamente (articulemas, ou boquinhas), baseados nos princípios da Fonologia Articulatória – FAR, que preconiza a unidade fonético-fonológica, por excelência, o gesto articulatório (Browman e Goldstein, 1986; 1990; Albano, 2001), favorecendo a compreensão do processo de decodificação, por mecanismos concretos e sinestésicos, isto é, com bases sensoriais. Desta forma, a aquisição da leitura e escrita passaria a ser acessível a quaisquer tipos de aprendentes, de maneira simples e segura, pois bastaria uma única ferramenta de trabalho – a boca.
Mas não se trata somente de um método cinestésico, em que a chave da aprendizagem reside no movimento, como descrito por Fernald (1943), que usa o traçado das letras aliado aos sons, enfatizando a memória da sequência visual, nem somente um método fônico como os descritos por Hegge, Kirk e Kirk (1936) como fono-grafo-vocal ou o ITA (Initial Teaching Alphabet) (Pittman, 1963), ou o VAK (visual-auditivo-cinestésico), apresentado por Gilingham e Stillman (1973), em que há a associação do som ao nome das letras, usado em programas de educação especial, principalmente para surdos.
A proposta do Método das Boquinhas aproximou-se da posição teórica rotulada por distintos autores como "construtivismo" (Bednar et al., 1993), Coll et al. (1990; 1993), Ferreiro (1986), enquanto define a aprendizagem como um processo ativo no qual o significado se desenvolve sobre a base da experiência - que aqui se apresenta como a consciência fonoarticulatória, uma ferramenta segura e concreta para o aprendizado da leitura e escrita -, e o aluno construiria uma representação interna do conhecimento e estaria aberto à troca, uma vez que todos aprenderiam pela mesma ferramenta, ou seja, a boca.
A partir dos passos iniciais da aquisição da leitura e escrita – fator indispensável à continuidade escolar e regulador de sucesso e manutenção da autoestima, o Método das Boquinhas estimula a criança a usar, lidar e pensar a língua escrita a partir da boca. Esse mecanismo a auxiliará, futuramente, a desenvolver um automonitoramento e outras destrezas metacognitivas importantes para construir textos significativos, interpretá-los, identificar a informação mais importante, sintetizar e gerar perguntas (Cooper, 1993). Mas essas aquisições só serão possíveis, a partir da alfabetização, que confere ao indivíduo igualdade e condições de adaptação ao seu meio.
Os primórdios desse trabalho foram publicados em artigos científicos e apresentados em Congressos de Fonoaudiologia e Psicopedagogia (Jardini e Vergara, 1997; Jardini e Souza, 2002). Atualmente a obra Boquinhas conta com sete livros publicados, sendo os dois iniciais, Fundamentação Teórica (Jardini, 2003, em processo de atualização) e Caderno de Exercícios (Jardini, 2008), específico para sanar as trocas de letras e melhorar a qualidade da leitura; indicado para crianças e adultos já alfabetizados. Um livro de estudos clínicos, Passo a Passo (Jardini, 2004, 2009), propõe reflexão, análise e tratamento de casos que apresentam dificuldades e distúrbios de leitura e escrita.
Boquinhas na Educação Infantil
A proposta dos livros Alfabetização com Boquinhas (aluno e professor) (Jardini e Gomes, 2008), oferece aos educadores condições de formalizar o processo de aquisição da leitura e escrita a partir de pressupostos da fala, tornando a alfabetização simples e possível em curto espaço de tempo. São abordados todos os aspectos da leitura, bem como produção e interpretação de textos. Nesses volumes, o educador encontrará atividades e exercícios para o trabalho pedagógico com qualquer tipo de crianças e adultos, visando à aquisição da leitura e escrita.Recentemente foram lançados Jogos de Boquinhas (Jardini, 2008, 2009), contendo 13 jogos, como material de apoio aos livros, para utilização em salas de aula, consultórios e/ou domiciliar.

Fonte: www.metododasboquinhas.com.br
Resposta ao leitor
Boa noite,Meu filho tem tirado notas ruins na escola, ele é inteligente mas tem muita, muita preguiça de estudar, adora uma televisão, das 7 matérias 5 ele ficou de prova complementar, isso tem me preocupado muito e não tenho sabido lidar com a situação por favor alguma sugestão?
Cara leitora,
O processo de aquisição de conhecimento ocorre da seguinte forma: as informações passadas pelo professor são processadas pelo cérebro e para serem armazenadas necessitam de uma revisão diária, vamos colocar de forma bem clara, imagine um pedra de mármore e a areia da praia, quando escrevemos uma frase na areia da praia logo vem uma onda e leva todas as informações embora e quando escrevemos no mármore a frase se perpetua. Esse exemplo nos revela que todas as informações recebidas precisam ser perpetuadas no cérebro. Para que seu filho armazene as informações recebidas em sala de aula, será necessário encaixar no cotidiano dele o hábito do estudo, rever o que foi aprendido em sala de aula, fazer ou refazer alguma atividade relacionada ao que foi aprendido.
A dica que tenho para seu filho é que em algum momento do dia seja inserido o estudo. Para facilitar tente estimular o aprendizado do seu filho com alguma atividade da escola que seja no computador ou até vídeo aulas, já que ele possui o gosto por televisão. Em algumas emissoras da TV encontramos explicações sobre temas que ensinam nas escolas, de acordo com a idade do seu filho. Outra estratégia seria iniciar o hábito de estudo aos poucos, começando com dez minutos ao dia e depois aumentando. Sei que será difícil mudar o cotidiano do seu filho, mas pense, não será impossível.
O que devemos nos preocupar é que só armazenamos o que é significativo para nós e se seu filho continuar assistindo TV o tempo todo seu cérebro armazenará somente os momentos de recebimento das informações significativas para ele, que nesse caso estarão na TV.
Um abraço,
Vanessa Mara - Psicopedagoga
Férias: tempo de brincar!
Nas férias muitos pais não sabem o que fazer com os filhos e a alternativa acaba sendo, muitas vezes, a televisão ou o computador. Foi pensando nisso que procurei pela internet algumas opções de brincadeiras criativas e dinâmicas para esse verão. A Revista Pais & Filhos fez um apanhado de vinte brincadeiras bem legais e divertidas e explica detalhadamente cada uma delas. Dentre as várias opções está a tradicional brincadeira da "Boca do Forno", o passo-a-passo de um chocalho e um ótimo programa familiar: o piquenique. Aproveito para deixar uma dica: acampar no quintal de casa pode ser bem divertido. Vale a pena conferir!Clique aqui para saber mais
Por Renata Gonçalves
Novo Game da Reforma Ortográfica
A FMU (Faculdade Metropolitana Unidas), em parceria com a Retoque Comunicação e o LivroClip, apresenta o Game da Reforma Ortográfica, uma maneira interativa e divertida de aprender mais sobre as novas regras da língua portuguesa.
Confira o game e aproveite para conhecer mais sobre as alterações da reforma ortográfica.
Dicas que ajudam a previnir os problemas de fala

Meu filho fala errado. O que eu faço?
Estimulando a fala do seu filho
Meu filho fala errado. O que eu faço?
Por volta de 1 ano já é esperado que a criança produza algumas palavrinhas familiares como mamãe, papai, vovô e vovó. Aproximadamente aos 2 anos combinam duas palavras, como por exemplo: "este aqui", "quer água". Aos 3 anos e meio já são capazes de formar frases com mais de três palavras e de narrar fatos que aconteceram com elas. Nesta idade elas possuem um vocabulário com mais de 1.000 palavras, que é ampliado de modo bem acelerado.
Alguns sons são mais fáceis da criança falar como o "p", "m", "f", portanto são os primeiros que ela aprende. Mais tarde, por volta dos 4 anos de idade, elas irão adquirir os fonemas mais difícieis de serem produzidos, como o "lh" e o "r" por exemplo.
Mas nem sempre a aquisição desses fonemas acontece de modo esperado e a criança começa a apresentar algumas dificuldades nesse processo. Hora elas podem simplesmente omití-los , hora podem substituí-los ou distorcê-los.
As distorções frequentemente estão associadas à outras alterações, que podem estar presentes em qualquer órgão que faça parte da produção da fala: dentes, língua, bochechas, palato (céu-da-boca). É o caso das crianças que têm o freio da língua muito curto ou que têm a musculatura da língua flácida.
As substituições sistemáticas de alguns fonemas por outros pode revelar uma dificuldade da criança em aprender ou mesmo de entender os sons da fala . Com isso, a criança acaba inventando a sua própria maneira de falar, na tentativa de aproximar sua fala com a do adulto. Isso pode ser visto claramente nos exemplos abaixo:
[fou chocar póla com meu irmão]
"Vou jogar bola com meu irmão".
[ aí eu fi o jacalé a faca u poti e a alãnha]
"Aí eu vi o jacaré, a vaca, o bode e a aranha".
Se seu filho apresenta algum problema na fala, o mais aconselhável é procurar a ajuda de um fonoaudiólogo. Ele poderá passar todas as orientações à respeito e realizará uma série de avaliações para verificar a possível causa dessa dificuldade. Se a criança tiver na escolinha é bem provável que os professores percebam essa alteração e chamem os pais para uma conversa a fim de fazer um encaminhamento. O pediatra da criança também pode fornecer algumas orientações e indicar um profissional da sua confiança.
Num próximo post passaremos algumas orientações e brincadeiras que ajudam a prevenir o aparecimento de alterações na fala.
Até logo!
Leia também:
Crianças de hoje: independência ou falta de limites?

Segundo reportagem publicada na revista Viver Mente e Cérebro, os filhos aprenderam a dominar a arte de selecionar, negociar e até recusar as tarefas dadas por seus pais. Esse crescimento na ‘autonomia’ pessoal dentro de casa nas últimas décadas pode ser o resultado da diminuição das oportunidades para participar de atividades fora de casa, de acordo com a pesquisadora americana Markella Rutherford do Wellesley College, nos Estados Unidos. Ela analisou edições antigas da popular revista americana Parents e mapeou como o retrato da autoridade dos pais e da autonomia dos filhos mudou ao longo do último século. Seu estudo foi publicado online no Springer’s Journal Qualitative Sociology.
De acordo com a matéria, adultos encontram uma difícil tarefa quando tentam equilibrar a própria autoridade com independência para os pequenos, tentando ser o tipo de pais que consideram mais correto, com base em inúmeras fontes de informação, como publicações, opiniões de família, amigos, médicos, professores e especialistas. Rutherford pesquisou como o aumento da importância do individualismo na cultura ocidental transparece na educação. Esse é um fato importante a ser considerado, já que as crianças que crescem num ambiente individualista dificilmente serão cooperativas e solidárias.
Temos que pensar que a autonomia e uma certa independência são fundamentais para o desenvolvimento da criança, mas nunca sem LIMITES!
Thaís Gonçalves Silva
Psicóloga Clínica
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Acordo Ortográfico
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Seu filho tira notas ruins simplesmente porque não estuda? Será que ele não estuda porque, por mais que se esforce, não consegue se dar bem?
No processo de aquisição de conhecimentos vários aspectos são fundamentais para que se efetue a aprendizagem. Imagine que seu filho nunca conseguiu marcar um gol no futebol. Pense que saber jogar futebol é uma coisa normal, prática a qual todos os meninos da idade dele podem desempenhar com sucesso. Coloque agora essa ação como uma obrigação que deve acontecer todos os dias. Dar-se aí então o nosso problema! Ao pensar em tudo isso, que vocês: pais, professores e envolvidos no processo de ensino-aprendizagem de uma criança devem estimular o desejo de aprender. - A princípio é importante ressaltar que o ato de estudar requer muita disciplina e o domínio de algumas técnicas. Quais seriam estas técnicas “milagrosas”, que poderiam impedir que os pais enlouquecessem na “hora dos deveres de casa”?
- O primeiro ponto a ser analisado pelos pais seria o ambiente de estudo em casa, ele deve ser o mais silencioso possível, com o mínimo de objetos e outras distrações visuais que possam desviar a atenção da criança. Deve-se considerar ainda as distrações internas, pensamentos, estes são mais difíceis de ser inibidos, mas quando quem ensina foca as atividades que foram propostas e mostra a criança a funcionalidade de cada uma, o “fazer” toma um novo sentido para o intelecto.
- Outro ponto de suma importância é envolver as crianças nas decisões sobre o dever de casa, lembre-se que nós possuímos limitações e principalmente na fase inicial da aprendizagem (alfabetização), tudo é novo, portanto quem deve fazer a atividade é a criança e não os pais. É muito comum, os pais perderem a paciência e resolverem algumas atividades do dever de casa, além de limitar o que o seu filho pode aprender, você pode inibir a criatividade. Discuta com seu filho as atividades que foram propostas pela professora, respeite a opinião dele, e se o que foi proposto por ele, acarretar na escolha errada mostre as ações corretas.
- Uma estratégia interessante a ser adotada pelos pais na hora do dever de casa é alternar as tarefas que a criança gosta com as que menos gosta, assim em todo o momento de atividade não será visível para a criança o cansaço.
- Respeite os limites de concentração da criança, ela produzirá mais quando você permitir períodos de apenas 10 minutos de estudo, se este tempo não for suficiente para concluir o dever de casa, alterne as horas dedicadas a este fim, por exemplo, faça parte do dever a noite e a outra parte na manhã. Evite fazer com que seu filho estude mais tempo do que ele consegue assim ele não “detestará” estudar.
- O estudo não deve competir com outras atividades prazerosas, estudar na hora do desenho favorito, nem pensar! Determine a hora ideal. Se a atividade proposta para casa envolver algum projeto amplo, crie etapas a serem cumpridas diariamente, não permita que uma construção seja feita de última hora.
O seu filho é o que ele come!
Comportamento e alimentaçãoOs transtornos de comportamento na criança, como a hiperatividade, falta de atenção, agressividade e impulsividade, também tem relação com a alimentação.
De acordo com estudiosos do departamento de química da Universidade de Surrey, Reino Unido, os aditivos, corantes e conservantes que se encontram nos produtos alimentares, causam alterações comportamentais em algumas crianças.
Com o acompanhamento de grupos de crianças, os cientistas descobriram que alguns corantes podem levar a reações adversas após 30 minutos depois de ingerido. Os principais causadores disso seriam os metais tóxicos, como o chumbo e o alumínio, além dos corantes alimentíceos. Dentre as reações observadas está a urticária e o cansaço.
Ao contrário dos laboratórios farmacêuticos, que possuem uma fiscalização rigorosa, os fabricantes de produtos alimentares não são obrigados por lei a realizar testes comprovando a segurança de seus produtos para a saúde.
Sendo assim, é importante que pais e crianças se instruem sobre as comidas que estão consumindo.
Corantes e conservantes tem relação com hipertatividade em crianças

O pesquisador responsável pelo estudo, Jim Stevenson, defendeu que algumas misturas de corantes artificiais e benzoato de sódio, um conservante usado em sorvetes e doces, estavam ligadas a um aumento de hiperatividade.
"No entanto, os pais não devem achar que é possível prevenir problemas de hiperatividade completamente apenas retirando esses aditivos da comida", explicou ele. "Sabemos que há muitos outros fatores nessa questão, mas pelo menos este (a ingestão de aditivos) é um que a criança pode evitar."
A hiperatividade e o Déficit de atenção caracteriza-se pela manifestação dos sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. E para que seja feito o diagnóstico desse transtorno, a falta de atenção e a hiperatividade devem interferir de forma significativa na vida, no desempenho escolar e no desenvolvimento da criança.Apesar de ser um transtorno com estudos recentes, médicos acreditam que fatores como a genética, o nascimento prematuro, o ambiente e a criação também podem ser associados à hiperatividade.
SHANTALA: uma Arte Tradicional"O famoso médico Leboyer observou na Índia o método milenar de massagem em bebês. Ele fotografou a sequência completa da técnica empregada e escreveu um livro maravilhoso, explicando as imensas vantagens desta massagem específica.

Fácil de ser aprendida e aplicada, a Shantala fortalece os laços afetivos entre os pais e o bebê. Além disso, acalma a criança, melhora o sono, favorece o desenvolvimento psicomotor e previne as terríveis cólicas.
Para finalizar

Passo-a-Passo
O site "Mamãe e Bebê", da Natura, ensina o passo-a-passo da Shantala para o bebê e também para as gestantes. Antes de iniciar, certifique os preparativos!Seja amigo da sua voz!
Infelizmente os pais e educadores ainda dão pouca importância para os problemas vocais da infância, o que aumenta o índice de crianças com esse tipo de problema nos consultórios médicos e fonoaudiológicos.Estimulando a fala de seu filho
Você pode contribuir para que seu filho desenvolva a fala de forma adequada e satisfatória. Confira as nossas dicas!-Nos momentos de maior atenção de seu filho aproveite para conversar com ele, utilizando palavras simples e frases curtas;
- Procure conversar sempre de frente com seu filho na mesma altura dele e nunca repita as palavras incorretas que ele irá falar. Quando isto acontecer não diga a ele que está errada, apenas repita a palavra corretamente no meio de alguma frase, por exemplo.
- Não facilite, nem antecipe a fala da criança, como, por exemplo, não pegue nada, sem que seu filho tenha dito o nome (mesmo que pronuncie de forma incorreta). É preciso deixar oportunidades para que seu filho possa sentir a necessidade de falar.
-Para aumentar o vocabulário da criança aproveite as atividades diárias como o banho, o passeio, a hora de alimentar e outros. Nestas horas é importante que de a função aos objetos, alimentos, brinquedos e partes do corpo.
-Dê algumas ordens que seu filho possa cumprir como, por exemplo: Dá um beijo na mamãe; Dá um tchau pro papai; Pega o carrinho.
- Desenvolva atividades como quebra-cabeças, jogo da memória, desenhos para colorir, contar histórias infantis para desenvolver o raciocínio e criar oportunidades de diálogo.

Brincar para ficar inteligente!
"Você pode ajudar a desenvolver a inteligência do seu filho", é o que diz a matéria de Simone Magalhães publicada no site Globo Online.








